Estou a um terço do caminho. Ou pelo menos assim o espero (ainda faltam sair as notas…). Estou cansado. Preciso de férias. Preciso de uma boa noite de sono mas sem me deixar relaxar muito. Acho que não correu mal. Podia-me ter esforçado mais mas...eu não sou assim. Fiz apenas o que achei suficiente mas com isso consegui ter alguma vida (pouca) fora dos estudos. É melhor que não ter nenhuma. Nalguns casos senti que me faltou um pouco mais de estudo mas...se tiver passado, caguei! Sempre fui assim a faculdade toda. Sempre me esforcei, mas Q.B.. Claro que há os excessos. Para cima e para baixo. Marrões à séria e...aqueles gajos que ainda hoje não sei o que foram para lá fazer mas o que é verdade é que lá vão fazendo o curso. Bom mas agora não quero pensar mais nisso. Tenho de me concentrar noutras coisas mais divertidas!
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
The human condition
Recentemente tenho dado por mim a pensar naquilo que não devo. Quase de certeza que se reler alguns posts deste blog, verifico que isto não é a primeira vez que me acontece...Enfim. O que será que as pessoas procuram na sua cara metade? Tive uma relação em que apesar de a pessoa não ser perfeita (eu também não o sou), eu acreditava que as coisas podiam resultar bem. De facto gostava dela como nunca gostei de ninguém (mas também não sou assim tão rodado) e tive alturas em que acreditava que ela também gostava de mim. Também não sou parvo. Noutras alturas, via que ela ia perdendo o interesse... Ora, se eu próprio já por várias vezes perdi o interesse na outra pessoa, porquê que desta vez não consigo compreender o outro lado? Será por eu por norma perder o interesse na outra pessoa ao fim de um ou dois meses de namoro (quando vejo que não é a pessoa certa para mim) e não ao fim de quase um ano? Será simplesmente pelo facto de ninguém gostar de ser rejeitado? Ou de o fruto proíbido ser o mais apetecido? E porque será que por norma as pessoas não sabem explicar porquê que perderam o interesse? Terei algum GRANDE defeito? Se sim, qual é para eu tentar mudar/melhorar? Eu sei que cada caso é um caso e que não há duas pessoas iguais. Por isso, tenho vindo a aprender que a falar é que as pessoas se entendem, e apesar de estes serem temas dificeis, só existem vantagens em perceber efectivamente o que move as outras pessoas. E para isso, só perguntando. Eu gostava de perguntar...mas agora já vou tarde. Por isso, vou divagando por aqui e aprendendo a não repetir os erros do passado.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
I don’t know what I’m doing wrong
Ou será que sei? Às vezes esforço-me por algo que não quero. Na realidade, têm sido assim os meus últimos meses. Basicamente tenho andado à procura de algo que não encontro. Esforço-me. Luto. Mas quando me aproximo vejo que afinal não é aquilo que procuro. E com esta busca perco o meu tempo, faço os outros perderem o deles e perco a esperança de vir a encontrar esse algo que procuro. Essa peça do puzzle que me completa…Já me aconteceu pensar que a tinha encontrado. Fui ingénuo. Andei a esforçar-me para a manter no sítio mas por muito que a tentasse encaixar e por muita cola que lhe metesse, a peça acabou por saltar fora. Simplesmente não era o puzzle dela. Ok. Mas afinal onde devo procurar? Será que existe um local ou uma altura ideal para o fazer? Confesso que perdi um pouco a fé de a vir a encontrar. Secalhar estou com medo. Com medo de vir a ser ingénuo outra vez...Quem sabe? Mas tenho de mudar. Não posso deixar que esse medo me cegue, nem que estas dúvidas tomem o controle. Afinal o que vou fazer? Vou tentar ser mais assertivo...
sábado, 11 de setembro de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Happiness...
Encontrar algo ou alguém que nos faça rir quando nos apetece chorar, que nos faça continuar em frente quando já só pensamos em desistir, que nos faça sentir bem, que nos faça saborear o dia a dia que nos faça sentir vivos...não é tarefa fácil. Na realidade, acho que não se trata de ser fácil ou difícil. É preciso é sorte (ou o acaso) para nos cruzarmos com ela e para não a deixarmos escapar. Tens sido isso mesmo para mim. No meio da tua simplicidade as minhas complicações parecem triviais. No meio da tua vontade de aprender, de crescer e de experimentar, sinto-me comodista. Sem saberes, tens me desafiado constantemente a ser mais e melhor. E gosto desta sensação. Gosto mesmo. Nos últimos anos dei por mim a procurar algo que me ocupasse o tempo e a cabeça, que me enchesse as medidas. Fiz actividades radicais, cursos malucos, trabalhos extras, procurei mudar de vida tentando deixar tudo para trás e ir para o estrangeiro...até que temporariamente, por opção, me acomodei e fiquei sentado à espera que aparecesses. O mais irónico é que parece que apareceste mesmo e fizeste-o onde seria menos provável. Parece que finalmente encontrei alguém que em muitos aspectos pensa como eu, e vê o mundo com os mesmos olhos que eu. Não quer dizer que sejas a minha cara metade para o resto da vida, mas és de facto alguém que eu estou a adorar conhecer e que me traz alegria de viver, vontade, força e empenho para o fazer... :-)
sábado, 29 de agosto de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Life is tricky...
They tell you to fight for what you believe, and I do.
What they don’t tell you, is that sometimes, you fight a loosing battle. Especially when you figth for love. When you love someone and that someone doesn’t love you back, it’s just plain hard. It would be so much different if all those good moments lasted forever. It would be so much different if the dreams we like didn’t end so quickly. But they do. And you have to know when to let go...
I sometimes see hope when there is none. And I hold on to it. I don’t like to quit. So, please, if there isn’t hope, just tell me. It’s much easier that way...
domingo, 19 de julho de 2009
The only time wasted is the time you spent regreting something
A vida é feita de todos aqueles momentos que nos tiram o fôlego. Dizes que magoa ter de admitir que não valia a pena mas as memórias que ficaram fazem com que valha a pena. Se se deu tudo o que se tinha para dar e mesmo assim não chegou, temos de nos lembrar dos momentos criados. Dos momentos em que fomos felizes e que nos pareceram perfeitos. E temos de seguir em frente. Seguir em frente para criar novos momentos perfeitos. A vida é assim. É o que estou a aprender...
Isto é um comentário a um post teu. Não o consegui fazer no teu blog por isso faço-o aqui.
sábado, 18 de julho de 2009
domingo, 5 de julho de 2009
Happiness...
Será aquela que se alcança com a realização profissional mas que não se pode partilhar com os amigos, com alguém especial? Ou serão aqueles pequenos momentos que de não terem nada de especial a nível de conquista pessoal, se tornam importantes no momento em que os partilhamos com esse alguém?
Work like you don’t need money. Love like you’ve never been hurt. And dance like no one’s watching.
Dançar não sei. Sei que não sei dançar e por isso não o consigo fazer como se ninguém estivesse a ver...sou desajeitado. Gosto de me abanar, mas não sei coordenar os movimentos para algo que se possa chamar de uma dança. Isto não quer dizer que não gostasse de aprender...até gostava.
Trabalhar, já o fiz de muitas formas, e sim até à data nunca precisei realmente do dinheiro. Já trabalhei que nem um maluco, grandes noitadas, sem ganhar mais um tostão por isso, só mesmo porque estava à frente de um projecto e queria efectivamente dar o meu melhor. Também já trabalhei muito pouco. Estar no trabalho só para cumprir com os horários. De momento este ponto é o que me tira o sono. Não sei o que quero efectivamente. Nunca gostei de estagnar. Nunca gostei que os dias fossem iguais uns aos outros sem nada que os destinga. Mas devo confessar que existe um certo conforto próprio da rotina simples e sem riscos, sem complicações. Pelo menos a nível profissional, que é um mal com que temos de viver…
Quanto ao amar...Já magoei e já sai magoado. Não sou ingénuo, também não tenho um grande portfólio de experiências. Mas quando estou com alguém de quem gosto tento dar tudo de mim. Se a pessoa for a certa, apaixono-me e entrego-me facilmente, sem medo de me magoar. Sei que pode acontecer. Sei que às vezes o nosso tudo não é o suficiente. Sei que às vezes os interesses são outros. Mas a realidade, é que não sei amar de outra forma.
terça-feira, 23 de junho de 2009
Favorite quotes
“Have the courage to take your own thoughts seriously, for they will shape you.”
(Albert Einstein)
domingo, 21 de junho de 2009
Feels weirdly good...
Nem imaginas o quanto é estranho ter e não poder ter. Sentir mas ter de controlar os sentimentos. Desejar mas ter de cavar um buraco para esconder o desejo...
