"The idea of waiting for something, makes it more exciting."
(Andy Warhol)
They tell you to fight for what you believe, and I do.
What they don’t tell you, is that sometimes, you fight a loosing battle. Especially when you figth for love. When you love someone and that someone doesn’t love you back, it’s just plain hard. It would be so much different if all those good moments lasted forever. It would be so much different if the dreams we like didn’t end so quickly. But they do. And you have to know when to let go...
I sometimes see hope when there is none. And I hold on to it. I don’t like to quit. So, please, if there isn’t hope, just tell me. It’s much easier that way...
A vida é feita de todos aqueles momentos que nos tiram o fôlego. Dizes que magoa ter de admitir que não valia a pena mas as memórias que ficaram fazem com que valha a pena. Se se deu tudo o que se tinha para dar e mesmo assim não chegou, temos de nos lembrar dos momentos criados. Dos momentos em que fomos felizes e que nos pareceram perfeitos. E temos de seguir em frente. Seguir em frente para criar novos momentos perfeitos. A vida é assim. É o que estou a aprender...
Isto é um comentário a um post teu. Não o consegui fazer no teu blog por isso faço-o aqui.
Será aquela que se alcança com a realização profissional mas que não se pode partilhar com os amigos, com alguém especial? Ou serão aqueles pequenos momentos que de não terem nada de especial a nível de conquista pessoal, se tornam importantes no momento em que os partilhamos com esse alguém?
Dançar não sei. Sei que não sei dançar e por isso não o consigo fazer como se ninguém estivesse a ver...sou desajeitado. Gosto de me abanar, mas não sei coordenar os movimentos para algo que se possa chamar de uma dança. Isto não quer dizer que não gostasse de aprender...até gostava.
Trabalhar, já o fiz de muitas formas, e sim até à data nunca precisei realmente do dinheiro. Já trabalhei que nem um maluco, grandes noitadas, sem ganhar mais um tostão por isso, só mesmo porque estava à frente de um projecto e queria efectivamente dar o meu melhor. Também já trabalhei muito pouco. Estar no trabalho só para cumprir com os horários. De momento este ponto é o que me tira o sono. Não sei o que quero efectivamente. Nunca gostei de estagnar. Nunca gostei que os dias fossem iguais uns aos outros sem nada que os destinga. Mas devo confessar que existe um certo conforto próprio da rotina simples e sem riscos, sem complicações. Pelo menos a nível profissional, que é um mal com que temos de viver…
Quanto ao amar...Já magoei e já sai magoado. Não sou ingénuo, também não tenho um grande portfólio de experiências. Mas quando estou com alguém de quem gosto tento dar tudo de mim. Se a pessoa for a certa, apaixono-me e entrego-me facilmente, sem medo de me magoar. Sei que pode acontecer. Sei que às vezes o nosso tudo não é o suficiente. Sei que às vezes os interesses são outros. Mas a realidade, é que não sei amar de outra forma.
“Have the courage to take your own thoughts seriously, for they will shape you.”
(Albert Einstein)
Nem imaginas o quanto é estranho ter e não poder ter. Sentir mas ter de controlar os sentimentos. Desejar mas ter de cavar um buraco para esconder o desejo...
“We're meant to lose the people we love, how else would we know how important they are to us?”
Neste último mês aconteceu-me muita coisa. Tive 3 propostas de emprego em praticamente 3 dias seguidos, e agora mais ao fim tive mais outra. Uma era para ir para Oxford, e apesar de ser uma coisa que eu queria, resolvi recusar porque as outras duas eram bem mais apelativas (em termos financeiros e de projectos). Depois, analisando bem as outras duas e comparando com o meu emprego actual, resolvi optar...pelas duas. Uma delas é um emprego a full-time que paga bem melhor que o actual. A outra é uma empresa que “contrata” os meus serviços como freelancer, projecto a projecto e que também pagam bem. Por fim, esta semana surgiu ainda outra oportunidade (esta ainda não passou das fases das entrevistas, por isso pode não ser nada) mas consiste em 6 meses de formação na alemanha e depois um trabalho que consiste em realizar projectos em portugal mas indo de vez em quando a qualquer parte do mundo durante 1 a 2 meses... Parece interessante não é? Pois, tirando o tipo de projectos em si que não me dizem nada (por desconhecimento da área), a mim também me pareceu. Só que veio em má altura porque já aceitei as outras duas propostas e já me tinha mentalizado que me ia matar a trabalhar durante um ou dois meses para as duas empresas, optando depois por umas delas apenas. Ora isto com o dinheiro que juntava, dava para alugar ou dar entrada para uma casa, que já é tempo disso, e viver “refastelado”... Estou mesmo a ver que se eles gostarem de mim e me fizerem uma proposta vou ter de repensar a minha vida toda outra vez...
Parece que ainda tenho muito que crescer. Tenho que me definir. Definir quem sou, o que quero e quem quero ser. Preciso de um momento de viragem na minha vida. Não só por mim mas também pelos outros. Daí a vontade de ir para o estrangeiro uma temporada. Mudar de ares, viver sozinho, aprender a desenrascar-me. Mas desenrascar-me a sério, sendo obrigado a crescer e a assumir responsabilidades. Não é que não me considere uma pessoa responsável. Antes pelo contrário. Mas tenho tido uma vida "facilitada" e por isso, como me fizeram ver e bem, só estou contente com as coisas boas da vida, com as coisas que me agradam, tentando fugir de tudo o resto. Preciso de ser obrigado a viver com essas coisas más. Preciso de sentir dificuldades. Preciso de me enfrentar e ver do que sou capaz. Acredito que é nos momentos difíceis que nos conhecemos. Acredito que é com novos desafios que aprendemos, que crescemos, que descobrimos os nossos limites. Acho que é por isso que tento justificar e/ou compreender o porquê das minhas atitudes. Parece que se para algumas coisas sou muito simples, para outras sou demasiado complexo. Por isso, desculpa...
Para quem me conhece sabe que eu tenho uma vida estável e sem dificuldades. Arriscar abandonar essa vida pelo desconhecido, tendo apenas como única razão o querer-me conhecer, não é uma decisão fácil de se tomar. Mas eu tenho de vencer os meus medos. O pior é quando surgem várias oportunidades de mudar. Todas elas boas. Todas elas arriscadas. Mas nem todas elas na direcção que procurávamos. O que ainda nos confunde mais...Tomar decisões que me afectam o futuro nunca foi fácil para mim.
Falta-me qualquer coisa. Falta-me conhecer a mim próprio. Falta-me conhecer o mundo, o universo. Faltam-me resposta a perguntas que não faço. Vivo a vida sem me preocupar com as coisas. Às vezes parece que o resto do mundo leva os assuntos demasiado a sério, quando o mais provável é ser eu que os levo de âmbito leve. A uma primeira vista parece-me bem. Os outros sofrem mais com o que os rodeia do que eu. Pouca coisa me aflige, pouca coisa me afecta. Mas às vezes surgem-me pensamentos sobre os quais gostava de perder tempo para pensar sobre eles. Claro que na maior parte das vezes distraio-me com qualquer outra coisa e acabo por me esquecer deles. Hoje foi um desses dias. Um dia em que sinto que o meu lugar não é aqui. Um dia em que sei que existe tanta coisa lá fora que eu gostava de conhecer mas estou aqui preso. Preso em parte por minha culpa. Preso porque tenho iniciativa para umas coisas mas não tenho para outras. Porque analisando bem as coisas, podia não estar. Ainda sou novo. Mas a vida passa a correr, e por isso, espero não a desperdiçar.
Seremos nós influenciados pelos Astros? Nunca fui de ligar à astrologia. Nunca acreditei nas suas previsões e continuo sem acreditar. Nunca fui de associar os signos às datas de nascimento nem nunca fui de associar as pessoas aos signos. Para mim tudo tem de ser explicado de forma racional e que faça sentido para acreditar nelas…No entanto tenho de me render às evidências pois de facto, pessoas do mesmo signo têm similaridades desconcertantes. Será pura coincidência? Serão todas as pessoas parecidas de alguma forma e eu apenas associei as evidências aos signos em questão? Se calhar se fossem de outros signos tinha tomado mais atenção a outras particularidades. Ou então teria associado as mesmas caracteristicas a outras pessoas que conheço e teria chegado à mesma conclusão...Não sei. Acho que penso demasiado nas coisas. Talvez se não pensasse tanto nas coisas e fosse mais solto, talvez se pensasse menos nas possíveis consequências dos meus actos para mim e para os outros, talvez se… Bom, nesse caso poderia ser que fosse outra pessoa e acreditasse na astrologia.
O que se deve dizer a uma pessoa quando ela faz um corte de cabelo/compra uma peça de roupa/toma uma decisão que nós achamos que não lhe fica bem nem foi a melhor? A verdade? A mentira convicta? Ou a mentira dita de maneira que dê a entender que não gostamos assim tanto?