sábado, 8 de março de 2008

How does it feel to be alive?

Estou em estado de êxtase! Estou sozinho em casa a abanar a cabeça ao som da música que oiço. Fui passear os cães e não conseguia parar quieto com os pés. Ora corria, ora dava saltinhos dum lado para o outro, tipo um lutador de boxe. Devo estar com narcose de azoto (bubadeira do mar), só pode lol. O que é deveras estúpido porque tive a fazer mergulho sim, mas numa piscina com 2m de profundidade que nem chega para aquecer. Ou então meteram algum gás "estranho" na garrafa de ar. Mas está a ser muito fixe o curso de mergulho. Amanhã é que vamos a primeira vez para o mar. Por isso espero que este estado de euforia não desapareça (por uma qualquer desilusão ou algo que corra mal) mas que aumente ainda mais! O que será que é preciso para nos sentirmos assim todos os dias?

segunda-feira, 3 de março de 2008

Flashback

Completamente inesperado. Tanto o convite para o “café”, como o “café” em si. Fui à espera de algo completamente diferente. Fui com os dois pés atrás. Coloquei a minha cara de desinteressado e levei no bolso o meu sarcasmo refinado, pronto a ser utilizado caso a situação o pedisse. Mas não pediu e a cara de desinteressado durou 2 minutos. Na minha cabeça criei toda uma realidade sobre ti que me ajudou a esquecer-te quando foi preciso. Realidade essa que, presa por cordéis, desabou rapidamente. Perguntaste-me se te achava diferente. Na realidade acho que estás um pouco. Pareceste-me mais em baixo. Cansada. O que será normal com o que se tem passado contigo. Mas disfarças bem. Para te ser sincero, disseste-me coisas para as quais eu não tinha resposta. Não que eu seja propriamente muito articulado nas palavras, no entanto peço desculpa se não tive uma palavra amiga para corresponder aos teus desabafos. Aquilo por que passaste está a anos-luz da minha vidinha pacata e sem emoção. E ao contrário do que pensaste, não fiz nenhum esforço para ouvir a tua “diarreia verbal”, antes pelo contrário, muitas vezes ao longo da noite, dei por mim embriagado pela tua voz...Foi um pequeno regresso ao passado.

domingo, 2 de março de 2008

Favorite quotes

"Kill one man, and you are a murderer.
Kill millions of men, and you are a conqueror.
Kill them all, and you are a god."

(Jean Rostand, Thoughts of a Biologist)

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Olhem bem, sintam respeito, Eles têm asas ao peito...

Como será que um engenheiro / mestre (de Bolonha) em engenharia electrotécnica e de computadores se adaptará aos paraquedistas do exército? A minha ideia, agora que acabei o curso e ainda sou jovem, é a de experimentar diversas realidades e alargar os meus conhecimentos em diversas áreas. Ou seja, crescer para os lados. E com isto não quero dizer engordar. Quero dizer que, gostava de ser mais generalista e menos especialista (que é saber tudo sobre coisa nenhuma). Porquê que me lembrei agora dos paraquedistas? Porque tinha pensado tirar um curso (civil) de paraquedismo só que revelou-se mais caro do que inicialmente pensava. Também porque um amigo meu vai tentar entrar para os paraquedistas e assim somos dois a treinar e a puxar um pelo outro. Normalmente não sou uma pessoa influenciável. Antes pelo contrário. Tenho ideias muito próprias. Mas neste caso, gostei da ideia dele. Sempre gostei de exercício físico, adrenalina, desafios, aventura, filmes de guerra, jogar paintball...O estágio de trabalho acaba em Julho e não tenciono renovar o contracto mesmo que eles me queiram lá. Que mal fará sair um ou dois meses mais cedo e experimentar esta nova abordagem à vida? Só penso em fazer a recruta. Acho que não é muito o meu estilo fazer carreira militar mas quem sabe? Se calhar até gostarei mesmo daquela vida. E acho que me fará bem. Para ganhar ego, desafiar os meus limites e ter confiança em mim e nas minhas capacidades. Lá para Junho. Pode ser que sim. Pode ser que não.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Just me...

E perguntam vocês: “Ó senhor que escreve para aqui umas baboseiras neste blog, porquê que fala mal de si próprio e diz que é feio e parvo e outras coisas que tais que revelam a inexistência de qualquer tipo de ego por mais pequeno que seja?” (e já agora maluco por fazer perguntas a mim próprio na terceira pessoa lol). A resposta é simples. É porque é fácil falar mal de mim próprio. Quando o faço não é para as outras pessoas terem pena de mim ou darem-me colo dizendo o contrário. Apesar de o meu ego não ser muito grande, ele existe. E não é por me contrariarem quando digo mal de mim que ele vai aumentar. Digo mal, só por dizer. Sou modesto. Se fosse para dizer bem o mais provável era não dizer. Ou então em casos raros digo bem com o mesmo tom com que digo mal. Digo em tom de brincadeira para não me levarem a sério. Não sou melhor do que ninguém. Estou longe de ser perfeito. Gostava de ter características de outras pessoas mas não trocava algumas das minhas particularidades com as de ninguém. O quê que isto faz de mim? Apenas mais um ser humano. Igual a tantos outros. Diferente de tantos outros. Hoje foi o funeral de um familiar meu. Apesar de não sermos muito chegados, passámos alguns momentos juntos. Era uma pessoa impecável, sempre com espírito jovem e com mais vivacidade que muitas pessoas mais jovens. É assim que escolho recordar-me dela. Isto porque os últimos anos já os passou muito mal. Quase que metia pena estar ao pé dela. E por isso perguntei-me a mim mesmo, se eu morresse agora, como é que as pessoas se lembrariam de mim? A meu ver, o mundo é dos vivos. Por isso quando eu morrer quero é que as pessoas sigam em frente e não percam muito tempo comigo. Sou um bocado insensível neste campo, eu sei. Mas acho que, como toda a gente, gostava de ser recordado um dia mais tarde por algum aspecto, característica ou acontecimento positivo. Ainda estou à procura de qual será a marca que deixarei neste mundo...

sábado, 9 de fevereiro de 2008

To be or not to be “fofo”?

Eu sou bue da fofo. Ou pelo menos é o que me dizem. Mas os gajos fofos, apenas levam para casa um sorriso, um obrigado, ou uma palavra amiga. Os gajos mauzões é que levam as raparigas para casa. Mas descobri que não sou o único com este problema. Tenho um amigo que tem aspecto de mauzão mas depois tem uma personalidade fofa (atenção que não fui eu que o caracterizei). Isso traz-lhe o problema de atrair as raparigas que gostam de gajos mauzões mas que depois fogem quando descobrem que ele afinal é um fofo, e afasta as raparigas que procuram um gajo fofo porque ele não o aparenta ser. O meu problema é parecido, só que em vez de ter aspecto de mauzão, tenho simplesmente cara de parvo lol. (mais uma vez atenção, que todas as ofensas que dirija à minha pessoa, apesar de se tratar de uma questão de baixa auto estima, não significa que pense em cortar os pulsos ou algo parecido. Simplesmente tenho a mania de me mandar a baixo, porque no fundo, até gosto de mim…vá…mais ou menos hehe). Mas resumindo, as raparigas querem gajos fofos ou gajos mauzões? É que a ideia que me dá é que querem gajos mauzões para dar mais emoção à coisa. Isso da emoção percebe-se perfeitamente. Uma vida sem emoção não tem piada. No entanto conheço algumas raparigas em que os maridos só as fazem chorar, mas quando se separam deles, choram porque não passam sem eles. Essa emoção já não compreendo. Afinal, o que torna as pessoas especiais?

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Am I an idiot?

Há dias apercebi-me que se calhar sou parvo. Quer dizer. Eu sempre soube que era parvo em muitos aspectos. Descobri é que provavelmente sou parvo em ainda mais um aspecto. O que se passa é que estou a estagiar numa empresa até ao final de Julho (ou até ser despedido antes) e por vezes mato-me a trabalhar. E o que me faz pensar se serei parvo ou não é: dado que estou descontente com a maneira de trabalhar da empresa e dado que tenho em mente quando acabar o estágio tentar arranjar trabalho no estrangeiro, porquê que me continuo a matar a trabalhar? Não deveria só fazer as minhas 8 horinhas e pirar-me ao final do dia, estivessem ou não as coisas feitas? Já que não tenciono permanecer na empresa para quê dar o meu melhor para além do meu horário de trabalho? A minha maneira de ser de facto é esta. Dar sempre o meu melhor. Tentar agradar. Se tenho responsabilidades e metas para atingir, tento cumpri-las. Se no final me fizerem uma proposta para permanecer na empresa e eu poder dar-me ao luxo de a recusar, é sempre bom para o ego. Mas será que compensa aqueles dias em que a vida social é praticamente inexistente? Será que compensa aquela falta de tempo para mim mesmo? É que poderia fazer o mínimo indispensável e caso fosse despedido era só uma desculpa para começar a enviar currículos para fora mais cedo. Ora todo este pensamento surgiu quando confrontado com uma maneira de pensar muito diferente da minha. Dito isto, quem é que é o parvo aqui?

domingo, 20 de janeiro de 2008

The new me...or not

Tenho de mudar coisas na minha vida este ano. E tenho de aproveitar o facto de ter disponibilidades para o fazer. Não me posso encostar e deixar passar as oportunidades. As ideias, já as tenho. Também já pensei em datas. Mas como não são já amanhã corro o risco de “deixar andar” e depois não fazer nada do que pensei. E não posso deixar que isso aconteça porque posso não ter mais oportunidades. Assim tenho pensado: fazer um curso de Sushi já em Fevereiro; um curso de mergulho em Março; um curso de Pára-quedismo lá mais para a Primavera/Verão (consistindo em 6 saltos de abertura automática e 8 saltos em queda livre...deve ser lindo!); e quando acabar o estágio, como não estou muito contente com a empresa onde estou, gostava de mudar. Pensei, já que sou novo, porque não mandar currículos para Inglaterra? Não é por gostar especialmente do país. Gostaria mais de conhecer a cultura (e as raparigas) do Japão ou dos países nórdicos com a Suécia, Finlândia, Dinamarca… Mas é porque a viagem é barata (assim se não me safar lá ou tiver problemas em me adaptar, facilmente me ponho de volta em Portugal). Apesar de um dos meus sonhos ser ir ao Japão, muito provavelmente ir para lá trabalhar agora, seria um choque muito grande. Claro que ninguém me garante que arranje trabalho lá fora. Mas quero manter essa possibilidade em aberto. Dado que ainda tenho alguns fins-de-semana livres, até começar a por em prática estas minhas ideias, ontem comecei a “aprender” japonês através de uns sites e de uns cursos áudio que arranjei na Internet. Claro que o mais provável é deixar-me disto ao fim de 2 ou 3 dias, porque para mim, torna-se difícil manter o interesse em aprender uma nova língua se não tiver onde praticá-la. No entanto, outra coisa que gostava de fazer enquanto não tenho despesas e tenho dinheiro para gastar à toa, era fazer um ou dois cursos de línguas. Certificações em coisas com que trabalho? Vou deixar isso para depois. Até pode ser que arranje alguma empresa que me financie essas formações. Agora quero é aproveitar a vida. Fazer coisas malucas. Coisas que puxem por mim. Novas experiências. Experiências diferentes do dia a dia…Alguém tem mais ideias? Alguém está interessado em fazer algum destes cursos comigo? (Assim se vê como sou mesmo parvo. Ponho-me a colocar perguntas no ar quando eu sei que só uma ou duas pessoas lêem isto lol)

sábado, 5 de janeiro de 2008

Delusions

Já há muito tempo que não ficava doente. Acho que posso mesmo dizer muitos anos. Tudo o que pedia era uma palavra reconfortante. Foi por isso que te disse que estava doente. Não queria pena. Queria uma palavra amiga. Uma palavra tua e de mais ninguém. Uma palavra que acho que fiz tudo para a merecer. Mas de ti só obtive silêncio. Sei que não me pertences (às vezes penso que estou a pagar por muito mais do que te fiz). Uma vez disse-te que só te lembras de mim quando a tua vida com o teu marido corre mal. E quando corre bem, desapareces do mapa. Disseste que sabes que podes contar comigo. E é verdade. Então mas porquê que não posso contar com uma mensagem reconfortante tua? Estou a delirar com a febre que tenho. Continuo à tua espera. Sei que não deveria. Mas suponho que continuo a gostar de ti. Suponho que gosto mais de ti do que deveria. Às vezes parece que não mereces aquilo que gosto de ti e que deveria ser eu a desaparecer do mapa. O mais provável é já não gostares de mim. Acho que não passo de um porto seguro para ti quando o teu barco encalha. Mas não consigo. Não consigo desaparecer. Não sei porquê.

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

And so another year has past.

Começou um novo ano. O que mudou na minha vida de ontem para hoje? Absolutamente nada. As coisas não mudam da noite para o dia. Mas podem mudar com o tempo. E gostava que mudassem ao longo deste ano. Tenho ideias e planos que gostava de concretizar. Mas para isso tenho de fazer por isso, tenho de ter muita força de vontade. Não me posso encostar e deixar andar. A mudança do ano é uma coisa psicológica e tenta-se fazer uso disso para mudar costumes e corrigir erros, entre outras coisas. O que nem sempre resulta. Gostava de mudar a minha vida este ano. Uma mudança grande. Vamos ver o que acontece. Por vezes, por mais que uma coisa nos magoe, deixá-la magoa ainda mais. Será por isso que existe a frase “quanto mais me bates mais eu gosto de ti”? Ou isso é porque as pessoas são masoquistas e gostam mesmo de ser tratadas mal? Gostava que a coisa que me magoa tivesse um desfecho este ano. Mas este é um desejo para o qual acho que não posso fazer nada. Apenas acreditar e esperar.
Para ocupar o tempo no novo ano (ou não) vou deixar aqui uma questão no ar. Só porque as pessoas fazem coisas más não significa que sejam más pessoas. Por isso, o que conta mais? As intenções ou as acções? É mais importante ter-se boas intenções mas fazer-se uma coisa má ou ter-se más intenções mas fazer-se uma coisa boa?
Um Bom Ano Para Todos!

domingo, 16 de dezembro de 2007

Favorite quotes

"If you don't live for something, You'll die for nothing."

(Hatebreed – Live For this)

sábado, 8 de dezembro de 2007

A little knowledge is a dangerous thing. So is a lot. (Albert Einstein)

Vindo do nada, foi-me colocada a seguinte questão: “Qual é o lugar e o momento que gostavas de estar pela segunda vez para corrigires erros?” A pergunta parece simples e poderia ter dado uma resposta simples. Mas não é. Não é nada simples (ou então sou eu que a torno complicada). A vida não volta para trás. Por isso normalmente não me deixo divagar no “E se tivesse feito assim ou assado?”. O que não quer dizer que não me arrependa das coisas que (não) faço. Antes pelo contrário. Normalmente fico-me sempre a remoer por dentro por coisas que gostava de ser mais homenzinho para fazer e não faço. Quanto às coisas que faço, acho que é muito raro me arrepender mas também acontece. Enfim. Mesmo sabendo isto, também não será hoje que vou mudar esse meu defeito (Recordei-me agora de alguém que uma noite pensou que eu não tinha defeitos…Achei a ideia extremamente inocente e errada mas também rapidamente desapareceu hehe). Voltando à pergunta que me foi colocada, o que são erros? Quer dizer, sei o que é um erro ortográfico. Sei o que são erros em testes e exames, entre outros. Eu próprio cometo muitos. Mas o que são erros na vida? E quando sabemos que cometemos erros na vida? É que ao contrário dos testes em que sabemos que errámos quando nos dizem que chumbámos, na vida pode-se passar uma eternidade até nos apercebermos que errámos. E mesmo assim será que errámos mesmo? Ou será o nosso consciente a arranjar desculpas para a nossa infelicidade do momento e a imaginar o caminho que a vida poderia ter seguido se tivéssemos agido de maneira diferente? Foi isto que tornou a questão complicada para mim. Se algo que não fiz foi um erro? Não sei. Se algo que fiz foi um erro? Já acreditei profundamente que sim. Se já pensei como seria voltar para trás no tempo e fazer de maneira diferente? Já, várias vezes. Se inventassem uma máquina do tempo que mo permitisse fazer, será que o faria? Muito provavelmente não.

domingo, 25 de novembro de 2007

I'd like to know why

Quando cometemos erros tentamos de tudo para que as pessoas recuperem a confiança perdida em nós. Às vezes não é o suficiente. Às vezes por muito que nos esforcemos nada o torna possível. No fim, nunca nada é exactamente como foi. O desejo de ir a um lugar pela segunda vez, de encontrar deliberadamente aquilo que antes se encontrou por acaso, de reviver a sensação de descoberta. Em certas ocasiões, procuramos rever mesmo um lugar que nada tinha de extraordinário – só porque nos lembramos dele. Tentei de tudo para encontrar aquele lugar especial do qual me lembrava. Esperei. Desesperei. Percorri longos caminhos, perdido. Cheguei inclusive a tê-lo no meu campo de visão, só para descobrir que não havia nenhum caminho directo para o alcançar de onde me encontrava. O que fazer? Andar perdido mais uns tempos e tentar encontrar uma passagem? Voltar para trás? Ou seguir em frente e tentar encontrar outro lugar especial? A resposta parece óbvia. Mas nem sempre é assim tão fácil...

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Live your life…I’ll live mine.

Algo está errado comigo. Não sei o que é. Mas eu não estou bem. Não sei o que sentir. Estou a afastar-me das pessoas. Mantenho as amizades de há muito mas para tudo o resto parece que não tenho paciência. Mesmo para alguns amigos já preferi ficar em casa do que ir ter com eles, o que não é saudável. O trabalho começa-se a tornar repetitivo mas ainda mantém algum interesse. Não o trago para casa por isso acho que não é ele que me enche a cabeça. Sempre fui pouco directo com as pessoas. Até com pessoas que mal conheço, custa-me dizer-lhes coisas que as possam magoar. No entanto sei que não sou o único assim. E sei que corro o risco de as magoar ainda mais posteriormente. Nos últimos dias provei do meu próprio remédio. Disseram-me uma coisa que, pronto tudo bem, tenho de respeitar e ser paciente. Só para mais tarde descobrir que afinal as razões eram outras. Porquê que não me disseram a realidade directamente? Porquê que me disseram uma realidade alternativa? Será que preferia conhecer a realidade na altura? Ou vir a compreendê-la umas semanas mais tardes? Porquê que tenho a sensação de que se fosse eu teria feito exactamente o mesmo? Quero sair daqui. Ir para o estrangeiro. Mudar de ares. Mas se for para me manter assim qual é o interesse? Ir para o estrangeiro para trabalhar e fechar-me em casa? Acho que ainda ficava pior. Preciso de subir o meu ego que anda em baixo. Como faço isso?

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

The end… at least for now.

Um dia em cheio. Começou ontem com o nervosismo em alta e até agora não tive tempo para me aperceber bem o que aconteceu. Acho que não parei 5 minutos ainda. Deitei-me, não muito tarde, mas o cérebro só noite dentro se resolveu a desligar. Acordei cedo e fui para a faculdade. O cartão do parque de estacionamento já tinha passado do prazo por isso toca a meter dinheiro no parquímetro. E começou bem o dia, porque a máquina comeu-me logo 1 euro. Ainda me queixei a um gajo da Emel que andava nas redondezas mas depois de abrir a máquina disse que ainda ia demorar e eu não tinha tempo. Tomei o pequeno-almoço lá com um colega e sentia o tempo a aproximar-se. E o nervoso a aumentar. Lá começou a apresentação, com as pernas a badalar, mas até correu bem melhor do que estava a espera. Tanto que entrei eu e sai…eu. Só que um eu “engenheiro” lol. Para “festejar” sai de lá e fui directo dar sangue para aproveitar que estavam a fazer a recolha esta semana lá na faculdade. E nada de ficar lá deitado a fazer-me de coitadinho. Foi chegar, encher o saco, beber uns sumos, comer umas bolachas à pala e bazar que tinha gente à minha espera para ir almoçar ao Japonês. De anotar que a médica era ucraniana e a enfermeira era argentina…Depois de almoço e de meter a conversa em dia com o pessoal, toca de ir trabalhar. Saindo do trabalho toca a meter-me no trânsito e depois toca de ir treinar. Cheguei a casa, jantei e sai logo de seguida. Cheguei agora, e amanhã já é outro dia. Não muito diferente do dia de hoje. Talvez menos agitado. O dia de hoje foi o capítulo que dá piada ler, cheio de acção e aventura. Amanhã será aquele capítulo de rescaldo que só apetece passar para a frente. Dado que a minha vida é composta na maioria por capítulos de rescaldo, de vez em quando sabe bem um capítulo de acção. Quando/Como/Qual será o próximo?