"Somente duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana, e eu não estou seguro sobre a primeira."
(Albert Einstein)
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Favorite quotes
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Favorite quotes
"Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós."
(Saint-Exupéry)
domingo, 25 de maio de 2008
In a bubble
Estes últimos tempos passados sozinho tem sido muito bons. Sem preocupações, vivendo apenas para mim. Divertir-me fazendo o que quero, o que me apetece. Não tendo de dar satisfações a ninguém. Optando pelo que sei que me dá satisfação imediata e não arriscando com o desconhecido. Por vezes prefiro estar sozinho ou com alguém que conheço há anos e sentir-me "em casa", em vez de estar preocupado em manter uma conversa com alguém que não conheço e tentar ser divertido e interessante. Por vezes é alguém que gostava de conhecer, mas prefiro não me dar ao trabalho. A minha mãe hoje disse-me: "Vê lá se arranjas uma namorada porque estás a ficar pouco sociável!". E acontece que já há algum tempo que andava a sentir-me de facto, pouco sociável. Eu não queria perder a vida que levo actualmente. Há coisas que já não dispenso. Não dispenso sentir-me em forma por exemplo. O desporto consome-me muito tempo mas gosto de como me faz sentir. Mas sei que tenho de fazer sacrifícios. Quando não temos coragem de arriscar sermos parvos ou estarmos errados, ou até mesmo perder um bocadinho de tempo arriscando em algo que não é certo, resta-nos muito pouco. Tenho de furar a bolha que me envolve. Tenho de pisar o mundo exterior. Arriscar sair magoado. Arriscar magoar os outros (que sendo o gajo parvo que sou, também é uma coisa que tento sempre não fazer e com a qual me sinto mal). Tenho de sair desta bolha que me protege.
terça-feira, 20 de maio de 2008
Right now
Neste momento preciso de sair desta cadeira. Não gosto de estar parado. Quero ir correr, escalar, fazer uma arte marcial, ir para o ginásio... Quero desafiar os limites do meu corpo. Todos os dias tento ir ao ginásio. Quando não vou, tento ir correr, ou mais recentemente, ir ao rocódromo. Sei que sinto a falta de qualquer coisa e que a ando a tentar compensar, desgastando o corpo e ocupando a mente. Mas quero mais. Isto não me chega. Quero algo diferente. Quero algo que me encha as medidas. Quero... quero te a ti...
domingo, 11 de maio de 2008
Time out
A vida que levamos depende muito do tempo que temos e daquilo que fazemos dele. Ás vezes, o tempo parece que não chega para tudo. Outras vezes, parece que não chega para nada.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Climbing the world...
Escalar é verdadeiramente qualquer coisa. Emaranhar pelos calhaus acima. Conquistar. Falhar. Rejubilar. Sentir frustração. Medo. Sentirmo-nos pequenos quando nos damos por vencidos e gritamos cá para baixo que vamos descer porque não conseguimos passar daquele ponto tão perto do topo. E tocar no topo não tem nem metade da piada que tem dar cada um dos pequenos passos necessários para lá chegar acima. Mas volta-se sempre a tentar. Volta-se a tentar pela sensação incrível que se tem ao conseguir fazer aqueles movimentos mais complicados. Aqueles que parecendo difíceis, não são nada fáceis. Ou mesmo aqueles que parecendo fáceis, não são nada difíceis. É a sensação de estarmos perdidos quando não encontramos presas para nos agarrarmos. É tentar nunca desesperar e procurar alternativas. É parar a meio da subida quando já não temos força nos braços e por momentos, apreciar o horizonte, o mar, a serra, seja qual for a paisagem que tenhamos como pano de fundo parece-nos sempre maravilhosa. Isto tudo porque estou a tirar um curso de escalada com pessoal muito bacano e que sabem o que fazem (ao contrário de muita gente que já deu para ver por esses calhaus fora a ensinar coisas que não sabem e a fazer asneiras atrás de asneiras). Por isso se pensarem em tirar um curso destes, eu aconselho estes gajos. E vale a pena. Para mim tem sido espectacular!
quarta-feira, 23 de abril de 2008
domingo, 20 de abril de 2008
Just wondering...
Não tenho andado muito inspirado para escrever (se é que alguma vez andei...). Por isso vou roubar uma parte de um texto desta senhora porque achei interessante e gostava de o reescrever à minha maneira. Será que se deve assumir que se gosta de alguém? Quer dizer eu gosto dos meus amigos. Não lhes digo "eu gosto de ti!" mas eles sabem. Numa relação, esta mesma combinação de palavras pode assustar algumas pessoas e até pode fazer com que a outra pessoa se deixe de esforçar. Por vezes estas palavras, por serem empregues constantemente, tornam-se banais e ausentes de conteúdo. Gostas mesmo? Ou tas só a dizer isso por dizer? Para mim é um pouco como o hábito de fazer alguma coisa ou estar com alguém. O hábito é inimigo da mudança. O estar acostumado a algo ou alguém é mau. Quando uma pessoa quer alguma coisa, luta por ela, sofre por ela, emociona-se, vive. Depois de a ter é normal habituar-se a tê-la. E deixa-se de se esforçar por ela. Deixa de se emocionar com ela. Não se deixa de viver mas ou se gosta mesmo dessa vida ou então acaba por se tentar ir buscar a emoção a outro lado. E depois custa, quando damos um passo e o chão desaparece debaixo dos nossos pés. O truque é inovar, inventar, ser maluco, brincar, ir a sítios onde nunca se foi, fazer coisas que nunca se fez, não deixar cair na rotina. Se não pode acontecer querermos algo mais mas já custa tanto sair da rotina que acabamos por nos deixar ficar...
domingo, 6 de abril de 2008
Pedaço de papel
"Palavras escondidas num céu ardente, marcas que não se vêem mas que ficam vincadas e que ao toque se sentem, lembranças esquecidas que pairam no ar, promessas por cumprir sem volta a dar, sorrisos desfeitos como um lindo papel de embrulho que acaba de ser rasgado, assim vejo, toco, oiço e saboreio a essência que cheiro num pedaço de papel sem dono, sem dor, sem nada."
Ana Rita Loureiro (uma grande amiga!)
terça-feira, 1 de abril de 2008
Fast-Foward
Não gostavam de poder fazer um fast forward a certas alturas da vossa vida? Eu não fui feito para estar parado. Gosto de desafios. E passar a grande maioria dos dias, no trabalho sem fazer a ponta de um corno, é muito mau! De certeza que muitas pessoas gostavam de estar na minha posição. Mas eu não. É que ainda por cima como trabalho num open-space e estou "rodeado" de pessoas por todos os lados, não me convém estar a ver videos no youtube, ou a jogar. Ou então, sou só eu que não tenho lata para isso. Para além disso, de vez em quando lá se lembram de qualquer coisa para fazer e é sempre ao fim do dia e para ontem...Neste momento gostava de fazer um skip ao mês de abril.
sexta-feira, 28 de março de 2008
I don't know and I actually don't care right now.
A conclusão a tirar do dia de hoje foi: eu não sei reagir quando sou apanhado desprevenido. Não estou habituado que me dêem atenção e quando ma dão, não sei o que fazer com ela. Tenho um raciocínio lento. Não sou capaz de reagir nos breves momentos em que devia. O meu cérebro bloqueia. Gostava de ter uma resposta na ponta da língua ou uma reacção adequada mas só me lembro do que podia ter dito ou feito muitas horas depois. Outra coisa que descobri hoje é que, gosto bastante quando assim do nada me vem à cabeça, por exemplo, uma pequena frase típica ou gesto, que nos faz recordar alguém do nosso passado. Isto acontece-me principalmente com as pessoas que mais me marcaram. Mas por vezes sou surpreendido. Para além disso, parece que estou a atravessar uma fase em que muito pouca coisa me afecta negativamente. O que é bom. Mas também estou a passar por uma fase isolada, em que me estou a fechar só para mim. Estou a dar muito pouca importância aos outros, quando estes mereciam mais. Estou a substitui-los por actividades que me ocupam o corpo e a mente. Parece que o banal e o comum deixou de me despertar interesse. Se calhar preciso de arranjar novos amigos (e amigas hehe). Não sei.
domingo, 23 de março de 2008
Favorite quotes
"As memórias não são de carne, são de lágrimas. E essas custam mais a abraçar."
(Bruno Nogueira - A falta de lei da vida)
sábado, 8 de março de 2008
How does it feel to be alive?
Estou em estado de êxtase! Estou sozinho em casa a abanar a cabeça ao som da música que oiço. Fui passear os cães e não conseguia parar quieto com os pés. Ora corria, ora dava saltinhos dum lado para o outro, tipo um lutador de boxe. Devo estar com narcose de azoto (bubadeira do mar), só pode lol. O que é deveras estúpido porque tive a fazer mergulho sim, mas numa piscina com 2m de profundidade que nem chega para aquecer. Ou então meteram algum gás "estranho" na garrafa de ar. Mas está a ser muito fixe o curso de mergulho. Amanhã é que vamos a primeira vez para o mar. Por isso espero que este estado de euforia não desapareça (por uma qualquer desilusão ou algo que corra mal) mas que aumente ainda mais! O que será que é preciso para nos sentirmos assim todos os dias?
segunda-feira, 3 de março de 2008
Flashback
Completamente inesperado. Tanto o convite para o “café”, como o “café” em si. Fui à espera de algo completamente diferente. Fui com os dois pés atrás. Coloquei a minha cara de desinteressado e levei no bolso o meu sarcasmo refinado, pronto a ser utilizado caso a situação o pedisse. Mas não pediu e a cara de desinteressado durou 2 minutos. Na minha cabeça criei toda uma realidade sobre ti que me ajudou a esquecer-te quando foi preciso. Realidade essa que, presa por cordéis, desabou rapidamente. Perguntaste-me se te achava diferente. Na realidade acho que estás um pouco. Pareceste-me mais em baixo. Cansada. O que será normal com o que se tem passado contigo. Mas disfarças bem. Para te ser sincero, disseste-me coisas para as quais eu não tinha resposta. Não que eu seja propriamente muito articulado nas palavras, no entanto peço desculpa se não tive uma palavra amiga para corresponder aos teus desabafos. Aquilo por que passaste está a anos-luz da minha vidinha pacata e sem emoção. E ao contrário do que pensaste, não fiz nenhum esforço para ouvir a tua “diarreia verbal”, antes pelo contrário, muitas vezes ao longo da noite, dei por mim embriagado pela tua voz...Foi um pequeno regresso ao passado.
domingo, 2 de março de 2008
Favorite quotes
"Kill one man, and you are a murderer.
Kill millions of men, and you are a conqueror.
Kill them all, and you are a god."
(Jean Rostand, Thoughts of a Biologist)