O que se deve dizer a uma pessoa quando ela faz um corte de cabelo/compra uma peça de roupa/toma uma decisão que nós achamos que não lhe fica bem nem foi a melhor? A verdade? A mentira convicta? Ou a mentira dita de maneira que dê a entender que não gostamos assim tanto?
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
sábado, 4 de outubro de 2008
The uninvited guests
I was just laying there, resting, looking at the ceiling. My mind was wondering around as one of the most important things slipped through my fingers: time! I have been given the opportunity to get what I always wanted and I let it pass. I couldn't forgive myself. If only I had done that simple thing...
Suddenly, someone knocked at the door. Who could it be? I wasn't expecting anyone and I wasn't really in the mood for company so I just stood there in silence waiting for them to go away. But they didn't and they knocked again even harder.
- Who is it? - I asked.
- It's me, Susan, open up.
- Hey! How are you?
- Great! Listen, I have something that will sweep you of your feet but you need to come with me right now!
- But...but...what is it? I just got up, I'm not going anywhere.
- Don't be ridiculous! It's past noon and its a beautiful day out there.
- I'm sorry but I'm not really in the mood for your crazy adventures.
I knew I need a distraction. Thinking about what I had lost was driving me crazy. Wasn't there anything I could do to have one more shot at it? Oh...if only I could go back in time and change things...But the girl at the door, although she was a good friend, just wasn't someone I wanted to be around that day. I didn't have the patience for her. So I just sent her away, saying that I would call her later that day.
I went back inside, turned on the television and sat at the computer. It's obvious that while I was checking my e-mails and reading through the usual blogs, my phone rang. It was Timmy, probably wanting to just hang out. Then, a messenger window just popped into my computer screen. Someone else wanted to talk to me. I realized then, that even though these people were all great friends, my mind made them uninvited guests to my "just want to be left alone" day. But I had to fight it. I had to accept and learn from my earlier mistake and move on. And so I did, I picked up the phone...
sábado, 20 de setembro de 2008
The new, unchanged, me!
Descobri uma coisa sobre mim. Eu gosto de desafios mas não gosto da mudança. O que é estúpido. Porque a menos que viva um desafio constante, terei de lutar para aceitar os desafios e não me manter na rotina. Eu gosto dos desafios para me confrontar, ver se sou capaz, descobrir-me. Mas quando chega a altura de os aceitar verdadeiramente fico com dúvidas. E se não me der bem? De momento os desafios que tenho pela frente são dois e nenhum deles é exactamente aquilo que quero para a minha vida. Talvez por isso esteja mais reticente sobre se vale a pena vencê-los. Ambos têm características com as quais não me identifico e por isso quando se aproxima a hora de escolher, fico com um pé atrás. Mas o outro pé quer ver se é capaz. Quer suportar as dificuldades e não aceitar a derrota. Quer resistir ao desespero de ser difícil e vencer a mente quando esta lhe diz para voltar para trás, para desistir. Quer descobrir o que lhe espera o desconhecido, quer ver se é capaz de vencer só pelo sabor da vitória e poder assim cuspir na cara da derrota. Não quer ser o melhor mas quer experimentar tudo, quer chegar à meta e não ficar a meio do caminho. Assim que vê que é capaz de desempenhar correctamente numa situação, perde o interesse na mesma e procura o próximo desafio. A próxima meta a cortar.
Acho que foste mais um desafio. Constante enquanto durou por seres tão diferente. Quando estava contigo, sorria por ver alguém que também não gostava de estar quieta e tentava aprender contigo, compreender-te, tornar-me melhor. Sei que não te venci mas lutei por isso e não me arrependo de ter tentado. No entanto, como em quase todos os desafios pelos quais já passei, vi que não era aquilo que queria para mim. E quando mais tarde me apercebi disso, segui em frente.
Por vezes, a vida é mais estranha do que toda a ficção. E eu, tento perseguir esses momentos.
domingo, 14 de setembro de 2008
Viagem ao centro de mim
Quanto mais sabemos quem somos e aquilo que queremos, menos as coisas nos chateiam. O problema é que eu sei o que NÃO quero, mas ainda não descobri exactamente aquilo que quero…Tenho passado umas semanas em que quase não paro em casa. Queixo-me do trabalho que sei que não é aquilo que eu quero, mas fora deste, não me posso queixar de estar aborrecido. Antes pelo contrário. Por exemplo, hoje acordei e apesar de ter mais um dia bem preenchido pela frente pensei: “Epá hoje apetecia-me ficar o dia todo na ronha. Apetecia-me passar o dia todo na cama a ver filmes e séries e a acabar de ler o livro que estou a tentar terminar há já algum tempo. Apetecia-me ter tempo para pensar no meu futuro pois já que penso em tentar mudar de vida profissional gostava de parar para pensar nisso. Analisar todas as alternativas e não me vir a arrepender.” Mas bom, às vezes quanto mais se pensa numa coisa pior é, e também há quem diga que temos muito tempo para dormir quando estivermos mortos... Anyway, amanhã começa mais uma semana de trabalho infindável e uns restos de dias em que o tempo parece não chegar para nada. Até lá, vou tirar as últimas horas deste dia para ronha e tentar descansar das últimas semanas...
domingo, 7 de setembro de 2008
Angel in white
Parece cliché mas no dia 6 de Setembro parecias um verdadeiro anjo. Estavas vestida de branco, transmitias uma luz celestial e revelavas um sorriso contagiante estampado no rosto…e o olhar? Ai mãezinha! Houve momentos em que fiquei paralisado. Cheguei-me mesmo a perder nele…e não foi a primeira vez.
É engraçado como as coisas acontecem e é giro ver que uma simples colega tornou-se numa boa amiga. As cartas do destino mostraram-nos caminhos diferentes a percorrer mas mesmo assim o teu coração de ouro levou-te a ajudar-me a encontrar alternativas de trabalho e por isso só tenho de te agradecer. A ti e ao teu marido, que sem me conhecer, falou com as pessoas necessárias e mostrou-se interessado em todo o processo. Adorei o convite e adorei o casamento. Dito isto, OBRIGADO aos dois e espero que sejam muito felizes porque bem o merecem!
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Enjoy the sunset
Nem sempre todas as opções que se tomam são as melhores. Resolvi acreditar que as coisas podiam mudar. Arrisquei por pessoas que acho que mereciam. Pelo desafio que me foi colocado. Pela proposta. Mas enganei-me. Ou melhor, fui enganado. Não sei por culpa de quem e sinceramente neste momento não me podia estar a borrifar mais. A verdade é que estamos sempre a aprender.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Time waits for no man
Levanta-te. Mexe-te. Arrepende-te. Arrepende-te agora por tentares acompanhar o tempo e não mais tarde por o teres deixado passar. Pensa rápido. Ou então age sem pensar! O que será pior? Arrependeres-te de fazer algo que não devias e aprender com os erros ou arrependeres-te mais tarde por nem sequer teres tentado? Para mim, o tempo é sem dúvida das coisas mais importantes na vida. Se perdermos dinheiro hoje, podemos recuperá-lo amanhã. No entanto, o mesmo já não é verdade com o tempo...
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Favorite quotes
"Somente duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana, e eu não estou seguro sobre a primeira."
(Albert Einstein)
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Favorite quotes
"Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós."
(Saint-Exupéry)
domingo, 25 de maio de 2008
In a bubble
Estes últimos tempos passados sozinho tem sido muito bons. Sem preocupações, vivendo apenas para mim. Divertir-me fazendo o que quero, o que me apetece. Não tendo de dar satisfações a ninguém. Optando pelo que sei que me dá satisfação imediata e não arriscando com o desconhecido. Por vezes prefiro estar sozinho ou com alguém que conheço há anos e sentir-me "em casa", em vez de estar preocupado em manter uma conversa com alguém que não conheço e tentar ser divertido e interessante. Por vezes é alguém que gostava de conhecer, mas prefiro não me dar ao trabalho. A minha mãe hoje disse-me: "Vê lá se arranjas uma namorada porque estás a ficar pouco sociável!". E acontece que já há algum tempo que andava a sentir-me de facto, pouco sociável. Eu não queria perder a vida que levo actualmente. Há coisas que já não dispenso. Não dispenso sentir-me em forma por exemplo. O desporto consome-me muito tempo mas gosto de como me faz sentir. Mas sei que tenho de fazer sacrifícios. Quando não temos coragem de arriscar sermos parvos ou estarmos errados, ou até mesmo perder um bocadinho de tempo arriscando em algo que não é certo, resta-nos muito pouco. Tenho de furar a bolha que me envolve. Tenho de pisar o mundo exterior. Arriscar sair magoado. Arriscar magoar os outros (que sendo o gajo parvo que sou, também é uma coisa que tento sempre não fazer e com a qual me sinto mal). Tenho de sair desta bolha que me protege.
terça-feira, 20 de maio de 2008
Right now
Neste momento preciso de sair desta cadeira. Não gosto de estar parado. Quero ir correr, escalar, fazer uma arte marcial, ir para o ginásio... Quero desafiar os limites do meu corpo. Todos os dias tento ir ao ginásio. Quando não vou, tento ir correr, ou mais recentemente, ir ao rocódromo. Sei que sinto a falta de qualquer coisa e que a ando a tentar compensar, desgastando o corpo e ocupando a mente. Mas quero mais. Isto não me chega. Quero algo diferente. Quero algo que me encha as medidas. Quero... quero te a ti...
domingo, 11 de maio de 2008
Time out
A vida que levamos depende muito do tempo que temos e daquilo que fazemos dele. Ás vezes, o tempo parece que não chega para tudo. Outras vezes, parece que não chega para nada.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Climbing the world...
Escalar é verdadeiramente qualquer coisa. Emaranhar pelos calhaus acima. Conquistar. Falhar. Rejubilar. Sentir frustração. Medo. Sentirmo-nos pequenos quando nos damos por vencidos e gritamos cá para baixo que vamos descer porque não conseguimos passar daquele ponto tão perto do topo. E tocar no topo não tem nem metade da piada que tem dar cada um dos pequenos passos necessários para lá chegar acima. Mas volta-se sempre a tentar. Volta-se a tentar pela sensação incrível que se tem ao conseguir fazer aqueles movimentos mais complicados. Aqueles que parecendo difíceis, não são nada fáceis. Ou mesmo aqueles que parecendo fáceis, não são nada difíceis. É a sensação de estarmos perdidos quando não encontramos presas para nos agarrarmos. É tentar nunca desesperar e procurar alternativas. É parar a meio da subida quando já não temos força nos braços e por momentos, apreciar o horizonte, o mar, a serra, seja qual for a paisagem que tenhamos como pano de fundo parece-nos sempre maravilhosa. Isto tudo porque estou a tirar um curso de escalada com pessoal muito bacano e que sabem o que fazem (ao contrário de muita gente que já deu para ver por esses calhaus fora a ensinar coisas que não sabem e a fazer asneiras atrás de asneiras). Por isso se pensarem em tirar um curso destes, eu aconselho estes gajos. E vale a pena. Para mim tem sido espectacular!
quarta-feira, 23 de abril de 2008
domingo, 20 de abril de 2008
Just wondering...
Não tenho andado muito inspirado para escrever (se é que alguma vez andei...). Por isso vou roubar uma parte de um texto desta senhora porque achei interessante e gostava de o reescrever à minha maneira. Será que se deve assumir que se gosta de alguém? Quer dizer eu gosto dos meus amigos. Não lhes digo "eu gosto de ti!" mas eles sabem. Numa relação, esta mesma combinação de palavras pode assustar algumas pessoas e até pode fazer com que a outra pessoa se deixe de esforçar. Por vezes estas palavras, por serem empregues constantemente, tornam-se banais e ausentes de conteúdo. Gostas mesmo? Ou tas só a dizer isso por dizer? Para mim é um pouco como o hábito de fazer alguma coisa ou estar com alguém. O hábito é inimigo da mudança. O estar acostumado a algo ou alguém é mau. Quando uma pessoa quer alguma coisa, luta por ela, sofre por ela, emociona-se, vive. Depois de a ter é normal habituar-se a tê-la. E deixa-se de se esforçar por ela. Deixa de se emocionar com ela. Não se deixa de viver mas ou se gosta mesmo dessa vida ou então acaba por se tentar ir buscar a emoção a outro lado. E depois custa, quando damos um passo e o chão desaparece debaixo dos nossos pés. O truque é inovar, inventar, ser maluco, brincar, ir a sítios onde nunca se foi, fazer coisas que nunca se fez, não deixar cair na rotina. Se não pode acontecer querermos algo mais mas já custa tanto sair da rotina que acabamos por nos deixar ficar...